quinta-feira, 9 de julho de 2015



Ata

                                                         *Créditos na imagem/Reprodução Internet

"Nas duas dimensões da imagem, Escher nos apresenta mais do que três dimensões. Ele nos obriga a não descansar os olhos, como se não conseguíssemos ver o quadro que, no entanto, vemos. Suas escadas (...) estabelecem a comunicação entre campos ficcionais". (BERNADO GUSTAVO, Niterói, 2010, pág. 88).


       3 de Julho de 2015
          Assim como a reunião passada, esta também aconteceu na casa de Valéria Rezende. Dos presentes: Norma, Romarta, Valéria, Beto, André, Larissa, Adriano e Débora (participando pela primeira vez). Beto deu início fazendo algumas sugestões, dentre elas que os integrantes sempre levassem um conto interessante para compartilhar no grupo, mesmo que não fosse seu (podendo ser de um amigo ou de um autor de interesse). Isso daria mais corpo e conteúdo as discussões, podendo contar com a participação de todos. Dessa maneira, quem não produzisse em determinada semana não deixaria de ir ao encontro, seja por vergonha ou por achar que só deve ir se tiver um conto autoral.
              Na sequência, Norma apresentou seu microconto "Embaraço", deixando todos bem borrados, deitados em um colchão de manhã, sonho e noite. Depois de passarmos da noite preta para a realidade branca de Norma, ouvimos a leitura feita por André de "Prezada Carmem" de Débora, que rendeu boas discussões sobre contos escritos apenas com vírgulas, caixa alta, e repetições. Além disso, Beto levou um trecho do seu livro "Julho é um bom mês pra morrer".

         Ao final, votamos em um novo tema para o próximo encontro: Metaficção (sugestão de Débora), ou seja, a ficção que fala da ficção ou que contém outra ficção. Decidimos também que a próxima reunião será no lançamento de "Julho..." * de Beto, próximo sábado (11/07), às 17h, no Café Empório, deixando as apresentações dos contos metaficcionais para o encontro seguinte.
                                                                                                                                                 Débora Gil

* A entrada para o evento é gratuita e o livro estará à venda por R$ 38,00. Saiba mais sobre o livro e o autor em: http://www.editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=339

domingo, 21 de junho de 2015

E se descolorir

Ata


Sábado, 20 de Junho de 2015.

Mais uma reunião do Clube aconteceu na casa de Valéria Rezende.  Estavam presentes, Regina Behar, Norma Alves, Carlos Cartaxo, André Ricardo e Romarta Ferreira que trouxe uma visita: Roberta Crispim, ganhadora do livro “Contos de Sábado” em uma brincadeira criada na fan page do Clube.  Roberta se sentiu em casa, afinal, já conhecia alguns contistas da época em que ela frequentava as reuniões do clube, nas tardes de sábado na Praça da Paz, por volta de 2009.

Valéria deu início às leituras com o crítico que sonhava ser escritor. Em seguida, Carlos apresentou-nos a menina que se recusava a tomar remédios. Romarta surpreendeu a todos com um final debochado de seu pequeno conto. André, que a princípio disse que não ia mais escrever contos, decidiu de última hora puxar da internet um texto que, segundo ele, já lera no clube várias vezes.  E como Regina não levou nenhum conto, as leituras foram encerradas com o comigo-ninguém-pode trazido por Norma.

A reunião terminou animada! Com bolo, refrigerante e salgadinhos para comemorar o aniversário de Regina Behar.  Enquanto o bolo era partido, a moda dos livros de colorir virou ponto de conversa e Valéria sugeriu fazer um livro de descolorir. Se vai vender ou não, não se faz ideia, porém o assunto inspirou André a indicar o tema dos contos do próximo sábado: “contos para colorir”.

Roberta Crispim


quinta-feira, 10 de abril de 2014

dançATA

Ata referente ao dia 5 de abril de 2014.


Resolvi tirar O Clube do Conto pra dançar. Saí procurando os contos. Eu tinha levado um morto, que mal ficava em pé. E que também não queria deixar seu belo anjo sozinho. Olhei para a menina de Joedson - que a mulher dele não saiba!-; a menina só gostava de mordida de morcego e só dançava na cama. Sandro levou um conto pela metade que, envergonhado, escondeu-se na mochila. As duas Suênias... Uma foi procurar inspiração lá no Cineport; a outra no açaí. Lembrei-me de Regina, mas esta tinha ido ao Sabadinho e só levou os calos. Ah! Ainda tinha Sérgio que aos goles no seu caldo de cana, só dançava com a língua. Quando ia voltando pra casa, apareceu aquele conto escondido, suando em bicas, todo molhado – de suor é claro! – e me perguntou: “ Aceita uma contradança”?

Norma Alves

domingo, 30 de março de 2014

ATARADO

Ata referente ao dia 29 de março de 2014.

registro da reunião.

e mais uma vez pornografia por causa
de Betomenezes e seu crentinismo
entanto ficou só em erotismo
o próximo tema que poremos asas

pois amenizaram o polêmico sismo
se vale ainda ou não mandar brasa
no papel com todas as letronas rasas
do sexo ou usar só higiênico lirismo

ademais deu foi gente mas não no fuleco
e sim no bom sentido que por falta de texto
só cito os que contaram Joedson atirou seco

e André choveu no chavão do soneto
mas também do sábado anterior um eco
proseou um fecho ou foi apenas feto?

Joedson Adriano

quarta-feira, 5 de março de 2014

Matéria sobre os 10 anos do Clube

Matéria do Jornal da Paraíba sobre os 10 anos do nosso Clube do Conto.

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