segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Em meio a latidos e bramidos

Ata referente ao dia 16 de janeiro de 2010.

No último sábado, final de tarde, quase noite, pensou-se que não chegaria ninguém para a reunião. Apesar da expecatativa sombria, foram organizados os apetrechos da reunião, como sejam: mesas, cadeiras, cafezinho, bolo, xícaras, café e açúcar no terraço. E o tempo, que não espera, avançava. Escureceu e não chegava viv´alma.

Às 19 horas decidimos, eu e Dea (minha filha) comer nossa ceia, café, pão, presunto e bolo de padaria. No momento da ceia, quem nos apareceu? Raonix. Eu e Raonix garantimos o quorum. Muito bem humorado, Raonix participou de nossa ceia. Logo após dirigimo-nos, os três, à mesa da reunião. Enquanto não chegavam os participantes oficiais do Clube, conversamos sobre assuntos variados, inclusive sobre mestrado, doutorado e outros ados. Em pleno intercâmbio de idéias, quem chegou? A esfuziante Luciana Silveira. Chegou contando de como foi fácil encontrar o local da reunião.

Tivemos um saldo de três contos. Eu li um conto fora de tema que precisaria ser lido na última reunião do Coelhos e não foi lido porque, no momento de minha leitura, rebentou o desagradável incidente causado pelo dono do Coelhos. Raonix e Luciana leram seus contos mais ou menos inspirados na história sugerida por Valéria Rezende.

Após alguns comentários sobre os contos lidos e, mais ou menos irritados com os latidos do pastor alemão "Chico", que estava preso em seu canil gradeado, desenvolvemos um papo sobre o relacionamento de cada um de nós com nossos cães. Cachorro que morde, que arranha, que simplesmente late, toda qualidade de cachorro. Falamos sobre nossos laços afetivos com animais em geral. Falamos de como choramos quando morrem nossos animais, quando adoecem ou quando fogem e regressam sem ninguém esperar.

Esgotados os assuntos, despedimo-nos, não sem antes escolhermos o próximo tema. Como se pode deduzir, Cachorro foi o tema eleito.

Se, por acaso, omiti ou acrescentei algum ponto a este conto, Raonix e Luciana me corrijam.

Entrou por uma perna de pinto, saiu por uma perna de pau. Senhor rei mandou dizer que contasse quatro.

Assino e dou fé.

Dôra Limeira

Imagens retiradas de:
- http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,11996126,00.jpg
- http://2.bp.blogspot.com/_bAsY_LZhlYM/SRG4quYIXqI/AAAAAAAAAZM/BmNDlpwNxfQ/s320/Rintintin6.jpg

Um comentário:

Júlio C. R. Freire disse...

Magnífico blog.
Abraços Júlio